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Consumidor aceita pagar por sacolas plásticas Imprimir E-mail
Sáb, 17 de Outubro de 2009 21:17

SÃO PAULO - Segundo pesquisa realizada pelo MMA (Ministério do Meio Ambiente), 44% dos consumidores pagariam para utilizar as famosas sacolas plásticas distribuídas nas compras pelo comércio.Isso porque, na opinião deles, a cobrança é a única maneira para reduzir o consumo do produto. Outros 44% afirmaram que não pagariam pela sacolinha, mas que reduziriam seu consumo; e 12% dos entrevistados afirmaram que não pagariam, já que acreditam que as sacolas devem ser de graça. 

Ainda de acordo com o levantamento do Ministério, 43% dos participantes da pesquisa disseram que usam sacolas retornáveis, 30% só as utilizam de vez em quando e 27% não as usam.A fim de despertar a consciência ambiental nos consumidores e incentivá-los a recusar as sacolas plásticas em suas compras, adotando uma retornável ou outra alternativa, o MMA lançou a campanha "Saco é um Saco".Em vigor há seis meses, a iniciativa conta com um blog (www.sacoeumsaco.com.br) e ações articuladas em redes sociais.

 
Cai inadimplência em São Paulo Imprimir E-mail
Sex, 16 de Outubro de 2009 11:00
SÃO PAULO - A intenção de comprar a prazo caiu 8,6% nos 15 primeiros meses de outubro, na comparação com igual período do ano passado. O índice é medido pelas consultas ao SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) em relação à média diária.Já a intenção de comprar à vista, medida pelas consultas ao SCPC Cheque, se manteve no período. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (16) pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo) e medem o movimento das vendas no varejo.Na comparação com a primeira quinzena de setembro, o dado mostra alta de 3,1% nas consultas ao SCPC. No caso do SCPC Cheque, por sua vez, foi registrada alta de 23,2%, favorecido pela recuperação do emprego e da massa salarial. 

Os registros recebidos no cadastro de inadimplência da associação caíram 1,4% na primeira quinzena de outubro, frente ao mesmo período do ano passado, resultado do menor uso de operações nos últimos meses, pelo maior rigor na concessão do crédito. Já os registros cancelados subiram 2,7% no mesmo período.Na comparação com o mesmo período de setembro, os registros recebidos caíram 1,9%, enquanto os cancelados registraram aumento de 11,7%.

 
Brasil cria 253 mil empregos formais em setembro Imprimir E-mail
Sáb, 10 de Outubro de 2009 23:05
A economia brasileira criou 252.617 empregos com carteira assinada em setembro, já descontados os postos de trabalho fechados no período. Foi o oitavo mês seguido de geração de emprego formal (veja gráfico ao final do texto).
O número de vagas criadas no mês é o maior desde setembro do ano passado, quando a crise financeira internacional ainda não havia atingido o mercado de trabalho brasileiro. No acumulado do ano, foram criadas 932.651 vagas. O único mês de 2009 em que o emprego formal diminuiu foi janeiro.
Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pelo Ministério do Trabalho e foram levantados pelo sistema de Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).  
 (Site: UOL)
 
Pequenas indústrias esperam por melhores negócios em 2010 Imprimir E-mail
Sex, 25 de Setembro de 2009 10:24
A Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial mostra que 65% dos empresários vão rever suas estimativas de faturamento, no último trimestre de 2009. Desses, 77% vão fazê-lo para cima e 23% para baixo. Na análise por setor, os Serviços são os mais otimistas, com 79% de seus empresários mudando o faturamento para melhor. A seguir estão a Indústria (76%) e o Comércio (75%). Na avaliação por porte, as médias empresas lideram a revisão positiva do faturamento, com 80% dos entrevistados. As pequenas empresas (77%) e as grandes (67%) estão na sequência.Os empresários do Nordeste (90%), em sua grande maioria, apostam na revisão do faturamento para elevação, nos últimos três meses do ano. Na ordem estão o Norte (82%), Centro-Oeste (76%) e Sudeste (76%) empatados e Sul (71%).

Considerando o resultado do 3º trimestre, apenas 13% dos empresários nacionais disseram que o faturamento foi acima do esperado, 47% apontaram dentro do esperado e 40% abaixo.
Para 2010, 73% dos empresários de todo o Brasil esperam um faturamento melhor que o de 2009. 21% acham que será igual e 6% apontam como menor. Os setores também seguem a tendência positiva, praticamente em mesmo patamar de expectativa, Indústria (74%), Comércio (72%) e Serviços (72%). Por porte, a média empresa (77%) é a mais confiante para a evolução do faturamento no próximo ano. As pequenas (72%) e grandes empresas (71%) também dividem essa expectativa. Novamente, o Nordeste desponta como a região mais otimista, desta vez em relação ao faturamento em 2010, com 79% de seus empresários. O Norte aparece com 77%, o Sul 75%, o Sudeste 72% e o Centro-Oeste 63%.A Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial foi realizada no período de 31 de agosto a 3 de setembro e ouviu 1011 empresas de todos os setores e portes, em todo o Brasil.

Estoques

No que diz respeito aos estoques, eles se mantiveram dentro das expectativas no 3º trimestre, para 67% dos empresários. Ficou acima do planejado para 17% e abaixo para 12%. Outros 4% não trabalham com estoque.

Funcionários

A expectativa para o quadro de funcionários, no 4º trimestre, é ficar inalterado para 64% dos empresários, crescer para 28% e diminuir para 8%. Ainda que todos os setores pretendam manter o quadro atual, as reações em ampliá-lo estão em 30% dos empresários do comércio, 29% dos Serviços e 24% da indústria. Os empresários das pequenas (30%) e médias (29%) empresas vão nessa direção nos últimos três meses do ano. Na indústria, somente 19% pretendem contratar. Na análise regional, também permanece a maioria dos negócios mantendo seu quadro atual de funcionários neste final de ano. As disposições de contratar vem do Nordeste (36%), Norte (35%), Sul e Sudeste (28% cada). No Centro-Oeste, apenas 19% avaliam essa perspectiva.

Investimentos

Crescem as expectativas de aumento dos investimentos. Era por parte de 22% dos empresários no 3º trimestre, passam para 27% no 4º período de 2009. Essa expectativa maior decorre da migração das outras três opções: os que manterão os investimentos conforme planejado, são 54%, os que promoverão queda 4% e os que vão adiá-los são 15%. No 3º trimestre eram: 55% na manutenção, 6% nos cortes e 17% na postergação.

Nos setores, ainda que a grande parte dos empresários avalie a permanência dos investimentos, cresce a parcela que quer ampliá-los: instituições financeiras (29% de seus empresários), os serviços e o comércio (28% cada) e a indústria (25%).
Por porte de empresas, também a maior parte se concentra nos investimentos planejados. Mas, há uma uniformidade entre aqueles que vão expandi-los no 4º trimestre: grandes empresas (28% de seus empresários), médias (27%) e pequenas (27%).O Norte é a região que mais tem empresários dispostos a aumentar os investimentos no 4º trimestre deste ano, são 43%. O Nordeste tem 39%, o Centro-Oeste 30%, o Sudeste 27% e o Sul 22%.

Crédito

Para a indústria, o comércio e os serviços, as condições de crédito (limites, prazos de financiamento e encargos) vão ficar inalteradas no último trimestre, para 54% dos entrevistados. 38% acham que vão melhorar e 8% que vão piorar (eram 12% no 3º trimestre).Para 68% dos empresários de instituições financeiras, a oferta de crédito para empresas crescerá no 4º trimestre. Eram 60% no período anterior. Para outros 29% se manterá nos últimos três meses. No caso do consumidor, 74% apontam a elevação do crédito, mesmo patamar verificado no 3º trimestre. 
 
Taxa de desemprego entre pobres é 5,2 vezes maior, mostra Ipea Imprimir E-mail
Ter, 22 de Setembro de 2009 16:01
A taxa de desemprego entre os pobres nas seis regiões metropolitanas analisadas pela Pesquisa Mensal de Emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atingiu 23,1% em julho, 5,2 vezes acima dos 4,4% de desocupação entre os não pobres. A conclusão consta do Comunicado da Presidência Número 29, divulgado hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O Ipea considera como pobre aquele trabalhador cuja renda per capita familiar não supera meio salário mínimo mensal. Para este grupo, a taxa de desemprego entre julho de 2002 e julho de 2009 subiu 10%, passando de 21% para 23,1%, enquanto para os não pobres a taxa caiu 34,3%, de 6,7% para 4,4%."Com isso, a desigualdade que separa o desemprego entre trabalhadores pobres e não pobres aumentou 70%, pois era 3,1 vezes em julho de 2002 e passou para 5,2 vezes em julho de 2009", diz a nota divulgada pelo Ipea.

O instituto ressalta que, a partir da contaminação da crise internacional no Brasil, em outubro de 2008, ocorreu um aumento mais agudo do desemprego entre os trabalhadores não pobres. A taxa para este grupo subiu 7,3%, passando de 4,1% para 4,4% entre setembro de 2008 e julho de 2009. No mesmo período, a taxa para os trabalhadores pobres subiu 6%, de 21,8% para 23,1%. Para o Ipea, o crescimento da taxa de desemprego entre os pobres e a queda para a força de trabalho não pobre estão diretamente associados à queda absoluta e relativa da pobreza no Brasil. Entre março de 2002 e julho de 2009, a taxa de pobreza nas seis principais regiões metropolitanas do país caiu 28%. Com isso, a quantidade de pobres no Brasil metropolitano foi reduzida em 23,2%, o equivalente a 4,3 milhões de pessoas a menos na pobreza, passando de 18,5 milhões, em março de 2002, para 14,2 milhões em julho de 2009. A População Economicamente Ativa (PEA) composta por indivíduos pobres caiu 40,8% entre março de 2002 e julho de 2009, passando de 7,5 milhões para 4,5 milhões de indivíduos. Entre os não pobres, a PEA subiu 61,2% no mesmo período, passando de 11,6 milhões para 18,7 milhões.

Já o contingente de desempregados considerados pobres passou de 1,583 milhão em março de 2002 para 1,029 milhão em julho deste ano. Entre os não pobres, o número de desempregados caiu 12,6%, de 942,7 mil para 824,1 mil. "A consequência da queda na quantidade de desempregados pobres em menor ritmo que a redução da PEA dos pobres foi a elevação da taxa de desemprego", frisa o Ipea. "Para os trabalhadores não pobres, a diminuição menor no total de desempregados foi mais do que compensada pela elevação significativa da PEA, justificando a forte redução na taxa de desemprego", acrescenta o instituto.
 
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