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PAC receberá um reforço de 6 bilhões para 2010 |
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Qui, 29 de Outubro de 2009 15:56 |
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Para felicidade da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, considerada pelo presidente Lula a “mãe” do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento recebeu um belo reforço orçamentário ainda para este ano. O montante previsto para o programa no Orçamento Geral da União (OGU), que até setembro estava na casa dos R$ 21,9 bilhões, saltou para R$ 27,9 bilhões em outubro. O aumento de quase R$ 6 bilhões beneficia principalmente o Ministério das Cidades, que tinha dotação para 2009 de R$ 6 bilhões e passa a ter agora R$ 11,2 bilhões, ou seja, R$ 5,2 bilhões a mais. O dinheiro será destinado ao programa "Minha Casa, Minha Vida", que compõe o PAC.
Com isso, o Ministério dos Transportes, carro-chefe dos investimentos do programa, agora é o segundo da Esplanada em termos de montante previsto, atrás das Cidades. A intenção do governo federal com o "Minha Casa, Minha Vida" é viabilizar a construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda de até 10 salários mínimos, em parceria com estados, municípios e iniciativa privada. Segundo o governo, um total de R$ 34 bilhões serão investidos para impulsionar a economia, gerar empregos e trazer reflexos positivos para toda a sociedade. |
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Supermercados registram alta de vendas em setembro |
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Ter, 27 de Outubro de 2009 17:50 |
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As vendas do setor supermercadista em setembro de 2009 cresceram 6%, em relação ao mesmo mês de 2008, de acordo com A Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Na comparação com agosto deste ano, houve queda de 4%. Segundo o levantamento, no acumulado dos primeiros nove meses de 2009, o faturamento cresceu 5,37% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados já foram deflacionados pelo IPCA do IBGE. Em valores nominais, as vendas cresceram 10,6%, em relação ao mesmo mês do ano anterior e caíram 3,77% sobre o mês anterior. No acumulado dos nove primeiros meses, a alta é de 10,76%. "O fechamento dos números nesses patamares, somado às boas perspectivas macroeconômicas e de festas de final de ano, favorece a possibilidade de fechar o último trimestre do ano com bons índices vendas. Isso nos deixa otimistas para o final do ano", afirmou o presidente da Abras, Sussumu Honda. |
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Cresce mercado de papel e celulose no país |
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Sex, 23 de Outubro de 2009 16:12 |
SÃO PAULO - A Suzano Papel e Celulose encerrou o terceiro trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 213 milhões, ante prejuízo de R$ 282 milhões observado no mesmo período de 2008. A diferença é explicada, basicamente, pela alta do dólar registrada no terceiro trimestre do ano passado, que acabou elevando o endividamento da companhia em reais.
Na parte operacional, a Suzano obteve receita líquida de R$ 891 milhões entre julho e setembro deste ano, valor 10% inferior àquele observado no terceiro trimestre de 2008. O custo dos produtos vendidos, por sua vez, avançou de R$ 637,5 milhões para R$ 704,8 milhões no mesmo intervalo de comparação.
Com o mercado de celulose já experimentando crescimento em relação a 2008, a companhia vendeu 399 mil toneladas do produto durante o terceiro trimestre, 37,3% a mais do que há um ano. No segmento de papel, no entanto, as vendas caíram 14,3%, para 262 mil toneladas.
A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de impostos, juros, amortizações e depreciações, da sigla em inglês) recuou 41,8%, para 218 milhões. Já a margem Ebitda, relação entre geração de caixa e receita líquida, fechou o trimestre em 24,4%, contra 37,8% registrados há um ano. |
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Cai arrecadação de impostos no Brasil |
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Qua, 21 de Outubro de 2009 00:58 |
A arrecadação total de impostos e contribuições federais e de contribuições previdenciárias alcançou R$ 483,636 bilhões nos nove primeiros meses de 2009, em termos nominais. Com a correção pelo IPCA, o montante corresponde a R$ 489,361 bilhões, de acordo com os dados divulgados pela Super Receita. O recolhimento total apresentou redução de 3,12% em termos nominais e diminuição real (com correção pelo IPCA) de 7,83% em relação ao mesmo período de 2008 (R$ 530,912 bilhões, corrigidos).
No acumulado janeiro-setembro, a receita administrada (sem contribuição previdenciária) somou R$ 469,94 bilhões, em termos nominais, e R$ 475,498 bilhões, considerando a correção pelo IPCA. Isso representa uma queda real de 7% em relação aos nove meses iniciais de 2008 (R$ 511,284 bilhões, corrigidos). De acordo com a Receita, a queda na arrecadação reflete, em parte, a piora de índices macroeconômicos, com exceção da massa salarial. Em comparação a 2008, tiveram desaceleração indicadores como os de produção industrial, vendas no varejo e margem de lucro das empresas - todos com influência sobre o recolhimento de impostos. Além disso, as desonerações tributárias aplicadas pelo governo para estimular a economia no ambiente de crise tiveram impacto sobre o declínio da arrecadação. Segundo a Receita, " a redução na arrecadação de janeiro a setembro de 2009 em relação ao mesmo período de 2008, decorrente de desonerações tributárias, foi estimada em cerca de R$ 19,5 bilhões ".
As receitas previdenciárias, por sua vez, ficaram em R$ 139,262 bilhões em termos nominais, ou R$ 140,87 bilhões atualizados pelo IPCA, com elevação real de 4,73% perante os nove primeiros meses do ano passado. As demais receitas (principalmente royalties da extração de petróleo) totalizaram R$ 13,863 bilhões a preços corrigidos, com redução real de 29,4% sobre o período de janeiro a setembro de 2008 (R$ 19,628 bilhões). |
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